Oi, eu sou o Igor.

Não sei como você veio parar aqui, mas vem, sinta-se em casa! Eu costumo escrever no meu blog quase todas as semanas. Também estou escrevendo um livro, você pode ler alguns textos aqui.
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VPN

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Trabalho numa empresa que preciso conectar a VPN todos os dias, eu nunca vi um serviço tão ruim, às vezes demoro quase uma hora para conseguir me conectar a uma simples VPN - isso que a aplicação não dizer que minha senha está errada (quando é uma senha salva no próprio app). Já me estressa na primeira hora de trabalho.

Sobre escrever quase todos os dias

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Durante o mês de abril, me propus a escrever quase todos os dias aqui para o blog; nem todos os dias foram postagens escritas ou muito complexas, mas quase todos os dias parei um pouquinho para escrever ou dedicar ao blog. Escrever quase todos os dias, forçosamente, me mostrou que é possível se dedicar ao menos um pouquinho à criação, colocar as palavras para fora. Mesmo que seja para falar besteiras. Não precisa ser perfeito, só precisa ser feito. Precisa ser fácil.

Me recuso a acreditar que entro nesta rotina maluca em que não sobra tempo para escrever. É sempre aquele eterno, deixa para amanhã, quando estiver menos cansado, sem louça para lavar, com vela ligada e, se possível, uma chuva poética caindo na janela. Um cenário ideal (que não existe).

Gosto de escrever e é por isso que escrevo; é quando paro um pouquinho para ter um tempo só meu, para reorganizar ideias dentro da cabeça, fragmentar pequenas coisas bonitas (ou não) dos meus dias. Escrevo porque eu não conseguiria não escrever; a vida não faz sentido sem.

"escrever é pra ser fácil. é sobre conectar ideias e pessoas, recuperando ‘conectar’, palavra que passou a ser tão negativa. conectar pode ser (se) encontrar." — Luciana Andrade

Escrevo também porque gosto de ser lido, de que se encontrem em minhas palavras, assim como me encontro em tantas outras pessoas que leio.

Mas ainda preciso aprender que escrever não precisa ser bonito, nem dilacerador, nem hit. É apenas uma extensão da minha cabeça aos dedos e à tinta ou aos píxeis. Escrever quase todos os dias me trouxe essa sensação, sem pressão, de que sim há tempo para ter hobbies. 




PDFs

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Eu odeio PDFs, uma coisa que eu odeio mais é sistemas que não aceitam você anexar mais do que um documento. Isso quer dizer que vou precisar juntar vários PDFs em apenas um, como são dados sensíveis não posso usar nenhum site. Não quero pagar Adobe Reader só para isso. Corta para mim baixando Python e fazendo um comandinho para juntar PDFs, chatice, mas pelo menos se num futuro precisar, já vai estar pronto.

Alguém me segura

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Que vontadezinha de criar um layout do zero, mudar esse site inteiro, revirar de cabeça para baixo.

Cabelo bonito só quando não preciso

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É incrível como o cabelo fica bonito só quando a gente não vai sair de casa.

O que eu vejo no espelho

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Relativamente feliz com o que eu vejo no espelho, por mais que seja uma imagem distorcida. Já tem alguns dias que estou orgulho de estar sempre movimentando o corpo: academia, dança, passeio no parque, hiking, bicicleta. Que privilégio é poder fazer todas essas coisas. O corpo que se constrói aos poucos, no uso, no esforço e na vontade. Esse é mais um lembrede para se manter nesse caminho, mais água e menos álcool.

Página de quotes

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Uma ideia que veio do Uoshi e que ficou na minha cabeça durante uns dias. Ontem a Luciana deixou um comentário e logo me veio à cabeça: também criar minha própria extensão para centralizar todos os meus quotes de newsletters, jornais, blogs etc. Reunindo agora no quinquilharias.

Conversas difíceis

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A dificuldade que eu tenho de sempre começar uma conversa difícil. Mas que depois dos dois primeiros segundos até que fica mais fácil.

Infernet

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É incrível como todas as minhas conversas ultimamente acabam em falar mal das redes sociais e inteligência artificial.

Parar o barulho do mundo para ouvir as vozes da minha cabeça

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Quando resolvi fazer um desafio de um mês sem Instagram, era muito mais porque queria curtir um silêncio e não me deixar distrair tanto por coisas de que eu realmente não me importo, gosto de ver os meus sobrinhos e filhos de amigos crescerem, ver meus amigos se espalhando pelo mundo.

Ainda gosto das fotos e até mesmo dos vídeos rápidos. Mas acho que nesse momento já não faz sentido, não quero ser distraído com coisas que não vou lembrar minutos depois, quero enfiar a mão na terra, o nariz entre páginas, conhecer uns lugares novos sem necessariamente ter um algoritmo dizendo que tenho que ir naquele café novo. As redes sociais, para mim, deixaram de ser espaço para acompanhar pessoas queridas.

Gosto da ideia de pertencer a um grupo, de ser parte de uma trend, mas antes de disso quero poder pertencer a mim mesmo, me dar o tempo para me conhecer, saltar nos traumas do passado e tentar resolve-los, chegar em acordos, entender meus limites — sem precisar de assistir os 10 filmes mais assistidos, nem os livros que está todo mundo lendo, sem vestir o que está todo mundo vestindo.

Nunca pensei que estaria escrevendo que gostava de ouvir as vozes da minha cabeça quando já teve outras vezes que eu só queria silenciar, correr do passado e das tristezas da infância e dos maus agouros da adolescência. Funcionou bem, durante quase 30 anos consegui (quase) sonegar muitas coisas ruins achando que tinham resolvido, mas ficaram ali soterradas em um monte de distrações. A questão é que se não paramos para ouvir nossa própria voz, como vamos conseguir saber quem somos?

Comprar ≠ Felicidade

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Uma das minhas metas de 2026 é reduzir os meus gastos com inutilidades. Não vou mentir que ainda comprei algumas coisinhas (um caderninho pontilhado, um casaco bonitinho que estava com desconto e um removedor de bolinhas da roupa). 

Numa das conversas com O. ele falou sobre seu Kindle novo, que tinha cores. Coisa chique mesmo. E ele me mostrou algumas coisas que o Kindle novo podia fazer e eu vi logo que o meu não podia e soltei um "nossa, o meu é tão antigo que não tem nenhuma dessas funções" e ele me solta um "por que você não compra um novo?"

Essa pergunta ficou na minha cabeça alguns dias pelo motivo de: por que eu substituiria algo que está bom e funcional e, que possivelmente, vai durar por mais alguns anos? Meu primeiro Kindle foi comprado em 2014 e troquei ele em 2025 quando queria um Kindle com luz para ler na hora de dormir, peguei uma versão de 2015 que tinha luz e super funciona para o que eu quero: ler um livrinho antes de dormir.

Acho que o fato de estar sem redes sociais desde novembro também tem me ajudado com isso, porque não sou bombardeado diariamente com propagandas ou alguém dizendo que "eu não posso viver" sem aquele artefato maravilhoso. E quando falo sobre redes sociais, é justamente sobre um dia estar com um Iphone 13 que está ótimo, mas porque alguém está dizendo que eu preciso comprar uma Iphone 17 porque sim. É que nem conseguimos perceber realmente o que é essencial e importante, vamos apenas seguindo essa enxurrada de pessoas. O fato é que minha relação com comprar se tornou um pouco mais propensa em experiências do que de fato em coisas materiais, também tem a questão de eu estar juntando dinheiro para comprar minha casinha.

Desinstalar aplicativos foi algo fundamental para essa troca. Mas também me segurar dizendo a mim mesmo que "eu não preciso disso", não é questão de merecer ou não depois de um dia de cão ou de um mês de trabalho intenso, é sobre comprar realmente o que faz sentido, não pela simples vontade de comprar por comprar. (Em longo termo não é sustentável nem para meu bolso nem para o meio ambiente.)

Sinto que seguir com meus apetrechos envelhecendo é um ato de certa resistência, mas também de valorizar as coisas, o meu tempo e o meu suor. Amava ter tudo da última geração, mas pra quê?

Causos do Tinder

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Essa era uma edição que ia sair na newsletter, mas não tive coragem de postar lá. Então trouxe para cá. 

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Já declarei guerra ao Tinder (surto) e também já prometi que não usaria, mas hora ou outra a autoestima tá baixa (surto) e a gente baixa pra se sentir melhor (já disse que é surto?)

Eu já namorei com duas pessoas pelo Tinder, foram pessoas legais. Minha tia casou com o amor da vida dela no Tinder e há muitas outras histórias bem legais. E se você já usou esses apps, sabe que o match é algo gostosinho até, poderia ser como aquela música alma gêmea. Mas há tantos scripts e algoritmos envolvidos que acredito que seja apenas um experimento social de pessoas se relacionando. Por sorte, tive algumas presepadas bem estranhas que hoje eu rio.


match perfeito, me apaixonei

Eu nunca conversei tanto com uma pessoa como eu conversei com esse menino, eram conversas tão profundas que me sentia tão íntimo. Acho que conversamos por uma semana, daquele jeito de dizer bom dia e boa noite todos os dias. de mandar fotinhas fofas. E planejar algumas coisas, marcamos de nos encontrar um dia. O fato de morar um pouco distante de Brasília fazia com que eu tivesse que pegar um ônibus e um metrô para chegar a um lugar que ele poderia me pegar de carro. Eu gosto dessa sensação de "ser buscado de carro" e minha expectativa estava no melhor possível. 10/10. Era o match, daquele tipo que você até para com os outros contatinhos. Me visto na melhor roupa que eu tinha, uma calça mom, bem alta, uma blusa branca, bem gay. Espero sentado e o menino me chega, num carro rebaixado, short tactel, óculos juliet. O naipe. Ele era bonito, não vou negar. Acho que quando ele me viu, bateu uma mesma sensação estranha, foi um olá do tipo "hmm okay, já que estamos aqui" e entrei no carro no mesmo feeling de "hmm okay, já que estamos aqui". A ideia era irmos a um show indie de rock. Já devia ter desconfiado por aí que o date seria estranho. Mas seguimos calados para o destino, que, quando descemos, para minha surpresa, tinha vários amigos dele. Me senti coagido, porque estava óbvio para todo mundo que ali não havia match algum. As roupas não eram as mesmas e eu nunca pensei que a aparência fosse tão trivial como foi ali. Não era sobre ser bonito, era do que era atrativo. Mas curtimos o show, conversei com uns amigos dele, mas com ele? nada. E o sentimento do "hmm já que estamos aqui" não foi para um patamar além disso. Quando a gente decidiu conversar, foi para decidir acabar com a palhaçada que estava acontecendo ali e ir embora. E fomos embora. Cheguei em casa e mandei uma mensagem assim:
 
— ok, o que acabou de acontecer?
— não sei, também não entendi.

Nunca mais nos falamos.

dates que envolvem comida são os melhores

Claro que não posso dizer muito sobre isso, porque meu signo solar é touro e nem há muito o que falar. Está explicado. Fizemos um piquenique, porque era fim de tarde e parecia ideal. Sentamos, conversamos, demos uns beijinhos. Ficamos daquele dos filmes para ver o pôr do sol, um dentro da perna do outro. Ele alisava minha perna, eu sentia o sol batendo.

— Qual sua comida preferida? - Ele me perguntou.

e eu não queria responder batata frita, porque é muito básico.

— hm, lasaña. E você?

— batata frita.

— sério? Eu ia dizer isso, mas não disse porque era básico.

...

— Você já sentiu vontade de comer umas coisas estranhas?

— insectos? Já, mas acho que hoje não mais, pois é vegana. E você?

— hm, sim, às vezes eu sinto vontade de comer carne humana.

ok, eu fiquei meio em choque, mas dei aquela risadinha de "cê ta brincando, né?" Mas não veio nenhuma frase depois.

— É sério isso?

— Sim, tipo, cortar assim um filé da perna, fritar e comer — disse ele fazendo o trajeto com os dedos na minha perna.

— Bizarro.

Perdi a fome pelo resto do dia. Block, unmatch, ghost.

a intuição é um negócio muito doido,

Você costuma seguir a sua? Pois deveria. Eu conversei com um menino durante algum tempo, ele era bem legal, estava indo para a direção que eu queria ir. Morar só, conseguir um bom trabalho. Era realmente um bom partido. Marcamos um date para um dia de semana. Eu gosto de dates em dias de semana porque mudam um pouco a rotina. Como de costume, depois do trabalho dou uma corrida e nesse dia, depois da corrida. Algo estalou na minha cabeça do tipo "não vai dar certo". Não sei, era uma sensação estranha dizer que aquele match não iria pra frente. Então falei com ele algo do tipo "hm, acho que a gente não vai dar match pessoalmente" e ele mandou uma mensagem do tipo "a gente pode tentar", mas sabia que não ia rolar. Intuição, confiem nela.

Fui mesmo assim, porque tinha comida envolvida e o restaurante era perto da minha casa. Fui andando até. Cheguei lá e ele realmente era tudo aquilo que as fotos prometiam e mais um pouco. A conversa fluiu tão gostosa, a comida estava gostosa e pedimos muita comida. E chegou um momento de se despedir, porque estava ficando tarde. E senti que ali chegaria o fim, várias conversas jogadas para o mundo, compartilhadas com um estranho, numa noite meio gélida que uma companhia seria bem-vinda. Mas foi isso, colocamos nossas máscaras, nos abraçamos por algum tempo demorado. Ele me beijou por cima da máscara (?). E fiquei sem entender aquilo. Voltei para casa esperando alguma mensagem. Nenhuma, até hoje. Pelo menos o almoço do dia seguinte estava garantido com as sobras que pedimos para levar.

rematch com ex?

Em Brasília é bem possível que isso aconteça, porque tudo ali é minúsculo e todo mundo se conhece. Uma vez dei um rematch com um guri de quem gostei muito e ele me mandou uma mensagem assim "já que não tem nova, a gente cola figurinha repetirá por cima". Nunca respondi, achei ousado. Porém, não quero figurinhas repetidas.

Outra vez foi com meu segundo ex da vida. que eu chorei horrores e que depois do término ele desapareceu. Eu dei mais o match para ver se era real depois de vários anos. E foi. Deu certo. Conversamos por alguns dias e revisitei o passado e ele disse que era muito imaturo naquela época e que as coisas poderiam ter sido diferentes. Realmente poderiam, talvez tivesse chorado menos. Talvez tivesse chorado mais. Fizemos um update rápido, ele se formou, agora estava morando longe dos pais. sozinho. Eu também estava em algo parecido. Mas aquilo me parecia tão estranho. Parei de responder também, já expliquei sobre figurinhas repetidas.

surpresinha

Eu gosto de surpresas, mesmo que ninguém tenha conseguido fazer uma festa surpresa para mim. Mas essa história não tem nada a ver com aniversários. Estava há algum tempo conversando com um rapaz, era um papo interessante, o gosto musical era o mesmo. Conversamos tanto que decidimos marcar algo. Eu estava começando a transição do vegetarianismo e ele disse que sabia fazer uma lasanha de berigela incrível. E como você já deve ter percebido do começo deste boletim até aqui, coisas que envolvem comida me ganham. Ele não morava tão longe da minha casa. Marcamos de nos encontrar no parque onde eu levava minha cadela para passear e ele teve a oportunidade de me ver correndo atrás da bolinha junto com a Adele. Depois fomos ao mercado comprar os ingredientes, com direito a um vinho branco do qual não me lembro o nome. É claro que você sabe que vinho é uma tentação, esquenta, te deixa meio zonzo. Vinho tem aquele suspense de sexo. Eu cuidei da playlist, ele da cozinha. Seguimos assim, entre taças de vinho. histórias. O forno apitou, a lasanha ficou pronta.

O vinho bateu, colocamos a lasanha para esfriar entre os beijos. Blusa para um lado, calça para outro. enfim. A tensão estava feita até que um "é que eu tenho namorado". "Como assim você tem namorado?". Claro que essa surpresa pudesse ser evitada se eu tivesse dado uma pequena stalkeada. Existem algumas coisas, como essa, que eu acredito que devem ser colocadas nas primeiras conversas e não ali. Na hora h. Logo ele explicou que era um tipo de relacionamento aberto. Mas acho que essa surpresa fez com que tudo fosse por água abaixo. Era tarde à noite e não ia mandar ele embora. Comemos a lasanha, quente mesmo.

Ele acabou dormindo e foi estranho, ainda mais por saber que nunca mais veria ele.

O emocionado  

Eu não gosto de tretas, mas às vezes me dou o luxo de brigar na internet. Por causa do tédio. Porque é engraçado. Isso já aconteceu algumas vezes. O tipo de "acabei de te conhecer, mas já te amo e você é meu" ou "o emocionado". Mas eu lembro que era bem um domingo, logo depois do almoço, o celular piscou e era um match com um artista. Pintor, dos bons. Era um cara de 29 anos, muito bonito. E pensei logo "menina, que sorte foi essa". Mas é aquela coisa, se a gente procura, a gente acha. A gente começou a conversar e deu uma sintonia muito legal, sabe? Até teve troca de apelido em menos de 2h.

Conversamos por umas 4 horas sem parar. Foi intenso. Até começarmos a falar sobre experiências passadas e ele começar a ter ciúmes (?).

😫😩

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Me sinto extremamente cansado e com a cabeça sobrecarregada. Preciso de um dia de me time ou um final de semana inteiro só comigo, sem correria e sem fazer muitas coisas como têm sido os últimos finais de semana. Devia aproveitar esse tempo que estou sozinho em casa pra fazer isso.

Um dia a noite no Porto

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Dislexia

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Eu acho que sou disléxico, às vezes pego algumas postagens aqui e sempre vejo uns erros de digitação muito estranhos nesse site. Obrigado a todos que relevam isso, porque eu nem consigo mais ficar chateado com isso, só solto uma boa risada e reedito o tetxo. 

Lógica

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Sofrendo para ter uma reunião no escritório: um lugar open space com várias pessoas tendo reunião ao mesmo tempo. Corri para um lugar onde não tinha ninguém e na hora de eu falar na reunião duas meninas sentaram do meu lado para conversar. Não consigo entender a necessidade de precisar vir ao escritório quando se pode ter reuniões virtuais.

Coisas manuais

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Tinha esquecido o quanto era divertido e relaxante fazer coisas com as mãos. Horas e horas escavando linóleo pra no final fazer prints bastante fofinhos com K.

Momentos históricos

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Acho que eu devia parar de ouvir músicas tristes, porque quando coisas realmente tristes me atravessam eu não consigo sair desse loop de tristeza. É um pouco de falta de esperança no mundo, nas pessoas e às vezes até em mim mesmo. Tudo bem estar triste, mas não queria. Queria dias de sol. Queria não viver momentos históricos. Queria meu cantinho e paz. Café. Boa música.

Adultices

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Comi um torrada com cogumelos à força. Ansiedade. Mãos tremendo por dentro. Ainda há ressacada de ontem, não é pelo álcool: mas por dar estes pequenos (grande) passos da adultos. (ง'̀-'́)ง

Cadeados eletrônicos

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Enquanto trocava de roupa, tirar a roupa da academia e colocar uma roupa nova, no vestiário, bem em frente minha cara vi um cadeado diferente. Todo preto, com um quadradinho de que parecia de se colocar a digital. Curioso, fui averiguar mais de perto o cadeado e vi que aquilo de fato não tinha chave e sim uma porta USB-C, um cadeado eletrônico com desbloqueio por digital. Primeiro, eu achei genial, depois eu achei simplesmente péssimo. E se aquilo descarregasse? E o trabalho que é ter que sempre lembrar de carregar o cadeado, às vezes eu mal lembro de carregar o celular (que uso várias vezes ao dia). 

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