19 de ago de 2019

Casa que se constrói aos pouquinhos

Começar uma casa é precisa de paciência, porque você faz isso aos pouquinhos, vocês não tem quase nada e logo percebe o quanto tem que gastar nos primeiros dias. Por exemplo, para fazer café, você precisa inicialmente de uma panela, depois o pó de café e para coar você precisa de um coador. Não tínhamos xícaras. Bebemos em copos grandes mesmo, que ficam guardados dentro da geladeira. Explico:

Temos uma geladeira, mas não temos armário. Então todas as coisas acabam ficando estocadas dentro da geladeira, porque não temos espaço para colocar tudo o que temos - dois pratos, duas panelas e alguns copos - em cima do balcão que divide a cozinha da sala.

No quarto, graças a deusa, já temos um guarda-roupa planejado - o que permitiu que todas as nossas coisas ficassem guardadinhas lá dentro, misturadas, mas guardadinhas. Do outro do lado do quarto ficaria a cama, que não entrou no quarto de nenhuma forma após subirmos com ela pelas escadas até o segundo andar - dormimos uma semana com o colchão no chão e quando já estávamos acostumados conseguindo trocar a base e o  trambolho que estava na sala foi embora. O sentimento que senti foi: alívio.

A sala nos primeiros dias era o verdadeiro entulho, móveis jogados por todos os lados, roupas e sapatos pelo chão. Caramela, nossa hamster, fazendo a festa e as roupas molhadas secando no pequeno varal e molhando todo o chão da cozinha. Foi difícil, mas foi incrível arrumar aquilo e colocar cada coisa no seu lugar temporário (até darmos a nossa cara para esse espacinho que já é tão nosso).


Por hora descobrindo como é gostoso arrumar o que é nosso. E é mais gostoso compartilhar isso com as pessoas.

E para todos que já entraram na nossa pequena casa, desejaram boas energias, emprestaram móveis e principalmente aqueles que ajudaram na mudança (pais & avôs) merecem os nossos agradecimentos.

Até loguinho.

10 de jul de 2019

Que desanimo


Fazer as coisas com outras pessoas tem se tornado estritamente cansativo, tem interferido na minha autoestima. Parece que todo o esforço e todo o planejamento não é olhado por outras pessoas. Cada dia que passa parece que os projetos que idealizei ficam mais longes e acabo desistindo deles porque todos aqueles que se comprometeram de alguma forma acabam também se afastando por algum motivo - ou excesso de coisas para fazer ou simplesmente a procrastinação.

Você ter que implorar para as pessoas te ajudarem em algo que elas dizem que fariam com você é desgastante. É desgastante seus sonhos nunca saírem do papel porque você planejou fazer isso com outras pessoas, é nesses momentos que a gente acaba se afastando das pessoas, porque elas não percebem o quão injusto é não fazer a parte delas. Nem se dar o mínimo de esforço de responder uma mensagem - e não é por falta de tempo, todo mundo hoje em dia usa o celular como uma terceira mão.

Então vamos adiando para amanhã, depois de amanhã, semana que vem e assim lá se vão semanas e meses daquelas coisas que ficaram no papel e talvez nem façam mais sentido. E você tem que se manter disposto 24 horas, tem que mudar todos os seus planos e abrir mão de algumas coisas por causa das outras pessoas, por pessoas que você gosta.  E não é fácil acordar todos os dias e pegar horas dentro do ônibus, fazer freelas, estudar no tempo hábil, relaxar, fazer exercício físico, acompanhar série ou assistir um filme. 

A gente acaba se entregando numa rotina que criamos na nossa cabeça de que "tudo é tão complicado", que vamos sonegando nossos sonhos, vontades. Vamos morrendo e também matando os sonhos das pessoas que são próximas a nós. Estou desanimado em poupar os meus objetivos e sonhos por causa de outras pessoas, porque elas estão tão complicadas com os próprios problemas, que eu sempre tenho que compreender todos os lados, mas ninguém pode compreender o meu.

Espero que eu consiga converter todo esse desanimo que agora sinto para uma força maior, para um estimulo e vontade.

19 de jun de 2019

Cadjuitrip #2: São Paulo

Programei uma viagem com mais ou menos 8 meses de antecedência com meu namorado, uma viagem internacional que decidimos que iríamos fazer após tomar uma garrafa inteira de um vinho rosê e um fondue de queijo (do qual sinto muitas saudades), nosso diálogo foi bem assim:

- vamos fazer uma viagem?
- sim, para onde?
- que tal pro chile?

E assim compramos as passagens de Brasília para São Paulo e de São Paulo para Santiago. Nunca vou esquecer no outro dia, ambos sóbrios meio não acreditando e meio felizes por fazer uma viagem juntos e internacional. Decidi fazer um diário de viagem com as fotos que fiz e vou postar todas as fotinhas aqui, pois era o único lugar em que me senti confortável em realmente postar.

Ficamos cerca de dois dias em São Paulo, para visitar os lugares que ainda não conhecíamos e também para ir ao show da princesinha do indie Aurora. depois de dois dias faríamos a cruzada de fronteiras para entrar no território chileno.

Pinacoteca


Tokyo 東 京


No último dia em SP, encontrei um amigo que conhecia há anos pela internet, o Lucas. Ele nos levou no Tokyo um barzinho incrível de cinco andares, cada um mais divertido que o outro, que rendeu algumas fotos:


No próximo post irei falar um pouquinho mais de São Paulo e aí partiremos sobre o tour que fiz pelas três cidades do Chile! 

7 de jun de 2019

6 on 6


Umas fotinhas que fiz em um encontro em brasília uns dias atrás, percebi que não me identifico com alguns tipos de fotografia, acho que agora estou identificando meu estilo fotográfico. o que de certo modo é muito bom, chegou o momento de encontrar pessoas que topem das ideias malucas para que eu possa montar um portfólio.