2026: 44
Um costume bobo. Deixar a bagunça acumular até estourar. Sei que faço isso porque meu cerébro gosta de recompensa de arrumar muitas coisas de uma vez, mas o martírio que é todos os dias ficar pensando em bagunça não vale a pena essa dose de dopamina, nem deve ser saudável a longo termo.
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Tem momentos da vida que a bagunça não é apenas física, que por mais que dobre e redobre as roupas, limpe o chão e organize todas as panelas umas dentro das outras, a bagunça na cabeça não se organiza junto. Nem a bagunça das relações. Nem a falta de tempo para os milhares projetinhos pessoais que quero criar.
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Uma certa exaustão depois do segundo turno; ainda que eu esteja longe das redes sociais parece que meu cérebro ainda continua nessa correria de informação; claro que não dei uma paz, continei vendo vídeos e lendo newsletters. Escrevi bem menos, no diário e no blog. Tenho tentado responder os amigos que me mandam mensagem, mas também mandar mensagem para quem não converso há algum tempo.
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Tenho sentido falta de ficar sozinho em casa, o que muda meu humor completamente durante o dia. Focando no trabalho e em outras coisas.
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Apaixonando pela maneira como Valter Hugo Mãe escreve, que coisa mais linda.
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The girl of your dreams é aquele tipo de álbum meio comédia romântica, divertido, mas tragico ao mesmo tempo.
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Sem muita vontade para escrever este post, mas não ousaria quebrar o ciclo de 44 semanas escrevendo semanal para esta categoria!
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