Resenha: "Delenda" de Amanda Reznor

8 de abr. de 2013



Autora: Amanda Reznor
Editora: Literata
ISBN: 9788563586612
Ano: 2012
Páginas: 248

Teletransportado para um mundo medonho, obscuro. Não poderia ter um nome diferente, o Vale dos Segredos, realmente tem muitos segredos. Mas não é segredinhos leves, é tradição reservada a atormentar uma família, aliás, a atormentar a cabeça de Claudia, uma pena dizer que não é somente a cabela da protagonista, a sua também. Deixando-o inconsciente cego pela surpresas escondidas dentre as arvores penetradas pela escuridão. "Delenda é uma dessas estórias que rega o Vale. Mas não é única, nem isolada, podendo ser cruzada com volumes futuros, tantos quanto a mente e as mãos ágeis desta autora puderem suportar." Interligado as páginas o leitor está prestes a pular em um profundo mistério que arrendondará em várias estórias.  Estórias que se inicia com algo não menos pior do que um pesadelo.
"Lento, carcomido, grunhindo, moendo... A madeira lascada soltando farpas pelo chão até alçar velocidade, enlevada pelo abraço do vento, que gira com o moinho, frenético, desfiando ar pelas beiradas, arrastando-se até as casas"
Cláudia acorda em um colapso medonho, como já dito em um pesadelo. Droga! Não para de sonhar com um pássaro negro. Mas o que significaria sonhar todos os dias com aquelas penas negras. Feliz aniversário, de feliz não tinha nada. Em pleno aniversário Cláudia ela recebe uma encomenda, a qual estará todo o seus segredos e também estará junto os segredos do Vale. 

Não é um bom presente para Cláudia, eu digo. Mas para nós leitores é uma bomba de expectativas e curiosidades, os personagens bem construídos, uma boa história que envolve até o fim. Juntamente com a diagramação (impossível não falar) que ficou muito bonita. É um livro bem trabalho fisicamente e com um conteúdo interessante, cheio de suspense e mistério. 


Um ponto negativo a retirar do livro é o pouco tempo para descrever os acontecimentos. Deixando a desejar mais sobre explicações sobre a história, onde numa primeira leitura o leitor não consegue capitar tudo. 


Não podemos deixar de lado a narrativa poética de Amanda Reznor, ligando capitulo à capitulo uma premissa nada cansativa ou massante, mesmo contento palavras poeticamente difíceis não é nada que contrária o compreendimento. 


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