Oi, você deve ter perpebido que o layout mudou. Nos próximos dias algumas alterações aconteceram por aqui, desculpe o transtorno.

Happy New Year

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Como de praxe desde o ano anterior: aos leitores, aos e-mails, às desculpas, os agouros e tentativas :)

Make a poster every week, 003.

Livros lidos em 2017

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01. A festa de Insignificância -  Milan Kundera
02. Tempestade de Cristal - Morgan Rhodes
03. Empreendedorismo Criativo - Mariana Castro
04. A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kundera
05. A Imortalidade -  Milan Kundera
06. Dominoes: Quick Starter: The First Flying Man - Elspeth Rawstron
07. Dominoes: Quick Starter: Pebbles on the Beach - Alex Raynham
08. Fera - Brie Spangler
09. Senhor D - Alan Lightman
10. Tudo que eu queria te dizer - Martha Medeiros
11. Hilda e o Troll - Luke Pearson
12. Sopa de Salsicha - Eduardo Medeiros
13. O amor dos homens avulsos - Victor Heringer
14. Querido mundo, como vai você? - Toby Little
15. Plutão - R. J. Palacio
16. Cidade das Cinzas - Cassadra Clare
17. Americanah - Chimamanda Ngozi Adichie
18. Grande Magia - Elizabeth Gilbert
19. A Marca de uma Lágrima - Pedro Bandeira
20. A Música do Silêncio - Patrick Rothfuss
21. Um Pai de Cinema - Antonio Skármeta
22. Como falar com Garotas em Festas - Neil Gaiman, Fábio Moon e Gabriel Bá
23. O Capim Sobre o Coleiro - Marcelo Benini
24. Around the world in 80 days - Julio Verne
25. A Paixão Segundo G. H. - Clarice Lispector
26. Sentença de Morte - Alexander Gordon Smith
27. A Cidade do Sol - Khaled Hosseini
28. Tudo Nela Brilja e Queima - Ryane Leão
29. Fraude Legítima - E. Lockhart
30. A Mágica da arrumação - Marie Kondo

Confira também: 2016 / 2015 / 2014 / 2013

Uma carta ao seu reflexo no espelho

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​(ou uma história de amor próprio e de ir contra os sensos estéticos impostos pela sociedade)


Que engraçado parar agora em frente ao espelho e me olhar — longe da correria dos dias, sem estar se arrumando para sair. Podendo me olhar assim, consigo perceber o quanto de conceitos estéticos coloquei em cima dos ombros, o quanto que me cobrei porque os outros me cobravam: ter um cabelo liso, uma pele boa, dentes brancos e retos, abdômen definido. Apesar de entrar na academia, colocar aparelho nos dentes, me alimentar melhor, percebi que nunca poderia chegar no auge estético imposto pelas pessoas (e por mim mesmo, indiretamente influenciado).

Hoje, na frente do espelho, percebo na quantidade de conceitos estéticos tentei me encaixar, no tanto de estilos e vestimentas — quando isso tudo, na verdade, que deveria se encaixar na minha pessoalidade, na minha essência. Essência essa que quase perdi indubitáveis vezes querendo agradar quem é próximo, ser o mais bonito. Querendo dar sentido ao pertencimento de alguma nova moda, fiz do meu lar apenas um lugar para estampar uma blusa de marca, esterótipos e agrado nos olhos de outros. Querendo seguir a padronização que é imposta, perdi muitas vezes a potência do meu corpo, travando nas diversas vezes que não me enquadrava em algo. E como machucou não pertencer a nada, não me padronizar em nada.

Não é de agora que percebi que algumas coisas não tem solução, meu cabelo nunca será liso o suficiente para fazer uma franja, meus dentes nunca serão brancos suficientes para cegar alguém, meu corpo nunca será perfeito porque também amo comer porcarias. E, risos, está tudo bem. Eu gosto da não simetria que meu nariz de coxinha da ao meu rosto, aceito que tenho uma barriguinha e não é algo que me incomoda, gosto de ter olhos pretos e fazer as sobrancelhas porque elas crescem rápido demais.

Então tem sido assim, me olhar no espelho e gostar de quem eu sou, da forma que sou, das gordurinhas a mais, do cabelo indeciso. Tem sido legal entrar na academia e não me sentir inferior por não ter os maiores músculos, assim como tem sido delicioso usar a blusa por dentro da calça e parecer tão freak, anos 70.  Tenho tido uma experiência muito boa com meu corpo, que é meu lar, minha morada, nesses últimos meses diferente de todos os últimos anos; tem sido muito bom me aceitar. 

Quando aceitamos nos olhar, com nossos olhos, de outra maneira permitimos sermos felizes com nós mesmos.



Esse post pertence a este projeto, que é basicamente todo mês escrever uma carta de coração: falando de auto-descoberta, para alguém do passado ou um simples desabafo.

Victor Moreira me pintou e não sei como reagir

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Seria possível que um dia eu viesse a ser ilustrado? Então tive a bela surpresa de ser (e também ter uma foto minha) pintado pelo artista Victor Moreira, que está iniciando na área de pintura digital (e muito bem por sinal).


Sempre gostei de ilustrações e nunca me imaginei sendo ilustrado antes, quando Victor disse que poderia me dar esse presente e além de ser pintado também ter uma foto preferida pintada, não deu outra, explodi em emoção. As ilustrações foram feitas a partir de uma foto que simpatiza meu hobbie, a fotografia, e do penúltimo ensaio que fiz com uma amiga do coração:  




Veja mais em: BehanceInstagram





Essa não é uma postagem de publicidade e nem fui coagido a escrever, hehe, mas como sabemos que o mundo artístico é bem complicadinho, decidi criar a postagem para divulgar o artista e também incentiva-lo, além de dizer o quanto amei. Através da página do Victor no Behance ou do Instagram é possível acompanhar os trabalhos do artista, que já está com a agenda aberta para futuros trabalhos e orçamentos. 

no. Nove

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Finalmente aqui chegamos, em um novo layout. Não poderia ser outra coisa além de um layout tão simples como os últimos, porém mais funcional que os outros - as páginas internas são as coisas que mais estão demorando para fazer, mas como não quero deixar parado enquanto escrevo essas páginas este post serve para inaugurar um novo Sete Coisas

Essa nova etapa do blog também é uma nova etapa para mim, como escrevi aqui. Aqui pretendo escrever outros assuntos além de literatura, como lifestyle (coisas sobre minha fantástica vidinha), educação financeira, coisas para blogueiros e por aí vai: que este blog seja, de fato, um blog. 


Sem mais delongas, sejam bem-vindos (pela nona vez). 
 
///////// @igormedeiroz