Oi, você deve ter perpebido que o layout mudou. Nos próximos dias algumas alterações aconteceram por aqui, desculpe o transtorno.
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Dungeons & Blogs

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Como alguém que não tem medo das consequências de topar mais uma aventura, lá vou eu. Postar todos os dias durante o mês de agosto (deu certo no mês de abril). Uma vez que parte do mês de agosto vou estar viajando, vou tentar fazer algumas postagens mais simples nesses dias, usando e-mails para publicar os posts.

O BEDA para mim é esse momento de escrever bobagens, sem filtros, sem regras, pode ser apenas uma imagem, um texto, poesia de duas linhas, o importante é ter algo saindo todos os dias. Muito se fala sobre a necessidade de uma artista produzir em quantidade, isso porque apenas assim ele conseguirá chegar em algum lugar e aperfeiçoar aquilo que ele acredita. Eu, como grande entusiasta do perfeccionismo, preciso deixar de querer escrever algo perfeito, mas sim ter algo feito.

Cronograma de postagens:



    Dungeons & Blogs: Automatizações

    2 COMENTÁRIOS
    Esse é um post sem muitos scripts, talvez seja mais apenas para trazer a ideia de possibilidades do que qualquer outra coisa. A ideia veio quando encontrei o Dudalog no Neocities e vi que sua página de músicas diárias era alimentada por um Excel, com alguns apontamentos na última linha etc. A página já não tem mais a explicação, mas a ideia de implementar isso em algum lugar ficou na minha cabeça.

    Já tem algum tempo que as entradas no site do Entreblogs funcionam através de um formulário. Inicialmente, fazíamos através de um json que funcionou durante muito tempo e funcionaria se tivéssemos tempo de sempre atualizar. Quando implementamos a automação para ler as respostas do formulário e retornar isso quase que imediatamente no site, ficou claro que isso era apenas o começo.

    Criação do formulário (e banco de dados)

    Um dos formulários de participação do BEDA, contém entradas de Nome do Blog e Link do Post. Para quem não sabe, quando se cria um formulário no Google, ele gera automaticamente um Sheets com todas as respostas. É uma planilha excel, então é possível de se fazer qualquer coisa, desde que tenha vontade (passei algumas horinhas tentando entender a formula do proc C, tabelas dinâmicas, etc), para fazer algumas automações. Por exemplo, em vez de pedirmos para as pessoas colocarem o nome do post, só criamos uma coluna calculada com =IMPORTXML(E2;"//title") que retorna exatamente o título do post com base na URL da coluna E2.

    Publicar a planilha

    Para conseguir utilizar essa planilha, que agora é o nosso banco de dados, ela precisa estar pública, então fica a dica para nunca ter dados sensíveis.

    Renderizar a planilha em html, com js

    O que eu quero dizer com renderizar é converter essa tabela para um código HTML, isso para criar o que quiser. Nesse caso específico, estamos criando uma tabela que vai ter todos os pergaminhos entregues durante a campanha, para podermos acessar depois todos os posts de quem participou. Então o HTML é desenhado, em loop, para retornar uma tabela, mas poderia ser qualquer outra coisa.

    Firulas, com css

    Ao desenvolver o HTML, depois só é questão de adicionar o css para mudar fonte, tamanhos, cores, background e responsividade.

    Esse post faz parte de uma série que eu e a Ba estamos escrevendo sobre os bastidores do Beda 2026.

    Dungeons & Blogs: Nome de Personagem

    6 COMENTÁRIOS
    Uma das ideias para o beda gamificado que estamos bolando, é que possamos escolher o nome do nosso personagem para a aventura d'Os Guardões da Blogosfera. Resolvi usar o nome de um dos personagens de uma história que tenho em mente para escrever, o Quaoar (ˌcóar),

    Gosto de adicionar as minhas histórias personagens com nomes de coisas que já existem, nomes de rios, estrelas, mitos. Lembro quando eu abri um aplicativo de espaço e fiquei por horas olhando vários planetas com nomes que me chamassem a atenção.

    Coincidência à parte, mas o nome faz muito sentido, na mitologia dos Tongva, um povo nativo da região do sul da Califórnia, Quaoar é a divindade suprema da criação e da criatividade. Ele é conhecido como o "arquiteto do universo", uma força espiritual que trouxe ordem ao mundo a partir do caos através do som e da dança. De acordo com as lendas, Quaoar vivia no vazio e começou a cantar e a dançar para criar os reinos inferiores, superiores, os animais e, por fim, os seres humanos1.. 

    Já o sobrenome não tem muito significado, é o nome da um dos continentes dessa história paralela que estou criando, eu lembro que eu tinha feito algumas brincadeiras para a criação dos nomes, mas esse em específico eu não consigo lembrar. Só acho que no ouvido soa bem, Quaoar Moror.
    水墨武侠侧面 (imagem retirada do canva)
    Acho que esse é um jeito de deixar o BEDA um pouquinho mais interativo e divertido. E vocês, já sabem como vão se chamar nessa aventura? Faltam 10 dias!

    Esse post faz parte de uma série que eu e a Ba estamos escrevendo sobre os bastidores do Beda 2026.


    1. Texto retirado do google & wikipédia.

    10 curiosidades sobre mim

    6 COMENTÁRIOS

    Mais uma lista, porque listas nunca são demais.


    E foi assim que meus avós descobriram que eu tinha um piercing no septo, através de um raio-x.

    Fiz um blog para ganhar livros

    Foi assim que ingressei nesse mundo de blogs, com um blog literário. Fiz centenas de resenhas de livros e muitas delas foram de parcerias com editoras e autores. Eu, às vezes, me pego pensando se deveria ter continuado com a criação desse tipo de conteúdo.

    Um prego atravessou meu pé

    Quando eu era criança, costumava correr descalçado pelo bairro. Os pés sempre imundos. Numa das noites, brincando de polícia e ladrão com os meninos, pisei em uma tábua com pregos. O prego era tão grande que atravessou meu pé. Tenho uma cicatriz até hoje.

    Não suporto pisar no chão sem sandálias

    Não sei o que aconteceu com virar adulto, mas tenho horror e gastura com a sensação de ter sujeira no pé. Me dá arrepios quando preciso fazer isso, vou pisando no calcanhar e mordendo os lábios.

    Eu amo ácido

    Antes que você pense besteira, estou falando do saber azedinho do limão, a acidez que faz a saliva criar na parte de trás da boca embaixo da língua. Costumava subir no limoeiro da vizinha para ficar a tarde toda chupando limão com sal e minha amiguinha, C.

    As minhas origens são forró (?)

    Hoje eu danço algo mais street e comercial (e funk), porém foi dançando forró que eu aprendi mesmo a me requebrar. Não suporto dançar a dois hoje em dia. 

    Uma vez hitei no Twitter

    Essa é uma história muito triste. Uma vez postei uma foto de uma amiga que eu tinha no ensino fundamental, quando tínhamos por volta de 10/12 anos. Como eu mudei de cidade e, naquela época, mal se tinha acesso à internet, acabei perdendo o contato, mas tinha salvo duas fotos com ela. E postei no Twitter. Acontece que esse tweet rodou o Brasil inteiro e ela me mandou mensagem usando um código que a gente tinha. Ela disse que estava bem, mas perguntou se eu podia deletar a foto. Deletei porque já a tinha encontrado. Depois que eu deletei, ela sumiu. Nunca entendí.

    Aprendi a cozinhar com 9 anos

    Era mesmo por necessidade, meus pais ficavam o dia todo fora de casa e não chegavam a tempo de cozinhar para eu almoçar. Eu comecei a me aventurar com miojos e depois fui acrescentando a lista com pouquinhas coisas, arroz e feijão congelado no pote de sorvete. Quando já tinha por aí 15 anos, era capaz de fazer comida para um batalhão de pessoas, tudo sempre muito gostoso. Gosto de cozinhar para as pessoas. Mas ainda tenho medo de panela de pressão. Panela de pressão, só elétrica. 

    Fazia templates para vender

    Como eu não tinha dinheiro nem para comprar livros, nem para comprar templates. Comecei a fazer os meus, comecei me aventurando por buscas no google de "como alterar a fonte do título?" e depois de um tempo conseguia fazer várias besteirinhas. Vendi alguns templates personalizados. Programação nunca foi muito a minha praia, só gosto de fazer coisinhas bonitas. (Nem sei se codar em html + css + javascript pode ser chamado de programação.)  

    Comecei a escrever com um fake (roleplay) no orkut

    Eu lembro bem, era época de Crepúsculo e lembro que tinha criado um perfil da Bella Swan Ѽ, era como se fosse uma fanfic em que interagiamos em tempo real. O mundo fake no Orkut era um submundo; havia comunidades e aquilo era sem fim. Foi aí que eu comecei a escrever pequenas histórias e textos românticos, aprender um pouco de html e css (porque os perfis permitiam esse tipo de coisa),

    Não tomo refrigerante há mais de 15 anos

    Um dia acordei e decidi parar de tomar refrigerante, isso no ensino fundamental (faz tempo, em). Não existe motivo por trás, só não queria tomar refrigerante. Já tentei depois de adulto tomar um copo de coca-cola, meu deus, achei que ia morrer na primeira golada.

    Eu amo bolos

    Não existe tempo ruim que não se possa comer um bolinho. Ta triste? Come um bolinho. Ta feliz? Come um bolinho. Se eu pudesse, comeria um bolinho com café todo dia. Lembram-me muito as tardes de convívio na casa dos meus avós, dias quentes ou dias frios, sempre tinha um café passado e um bolinho para acompanhar.

    Fazer essa lista foi muito mais difícil do que imaginei, porque me vinham à cabeça coisas vergonhosas e eu prefiro ocultar isso por enquanto. Dei umas boas risadas com o que o pessoal andou escrevendo no entreblogs sobre estas dez curiosidades.

    Tudo em prol das nossas crianças americanas

    2 COMENTÁRIOS
    De acordo com os diretores de Interstellar (2014), o motivo de precisarem de buscar um outro planeta para habitar ou até mesmo viver no espaço era por motivos de que por uma praga natural a Terra passa a ser inabitável – e consequente um problema para a espécie humana.

    Não me parece menos egocentrico, que outras espécies não são discutidas no filme, como animais ou plantas – dos quais já sabemos que são essenciais para vivermos também, seja por conforto emaional ou por necessidades fisiológicas.

    Talvez meus questionamentos venham muito viesados pelo olhar atual de como o mundo está, em como os trilionários congitam essa possibilidade de colonizar um outro planeta ou construir bunkers para próximas gerações, em como já desacreditamos em que o mundo tem alguma salvação e a única salvação é habitar um outro lugar. Colocar a culpa numa “praga natural” é tirar do ombros a responsabilidade de cuidar e proteger o planeta.

    Gosto de pensar no que aconteceria caso o plano B, em que foram levados apenas algumas centenas de embriões para o espaço, qual língua eles falariam? Deixariam de falar outras línguas? Seria uma nova nacionalidade ou just americans?

    Me cansa um pouco todo o filme ser o Estados Unidos ao salvar o mundo, quando a imagem atual é de que eles não se importam muito com a direção que o mundo está indo, com tantas crises ambientes, extinções e doenças. Esse discurso, vendido durante anos e anos, em que fomos engolindo a força por causa de um filme com cenas muito bonitas, cinematográficas como dizem nos dias de hoje, e uma trilha sonora assinada por Hans Zimmer.

    Veja bem, eu não odeio o filme, é um filme muito bonito, emocionante, toda a parte espacial e estudos que devem ter sido feitos são realmente de tirar o chapéu, mas esses incomodos não me deixaram curtir tanto.

    Esse post faz parte da seleção mensal da comunidade de blogagem coletiva ENTREBLOGS criada com o intuito de compartilhar nossas perspectivas sobre os mesmos assuntos. Saiba como participar acessando site do projeto.

    Memórias do Subsolo, Fiódor Dostoiévski

    4 COMENTÁRIOS
    Capa do livro
    Memórias do Subsolo
    Fiódor Dostoiévski
    Boris Schnaiderman
    Editoa 34
    152 páginas
    Obra-prima da literatura mundial, esta pequena novela traz, em embrião, vários temas da fase madura de Dostoiévski. Seu protagonista, um funcionário que vive no subsolo de um edifício em São Petersburgo, expõe a sua visão de mundo num discurso explosivo, labiríntico, vertido impecavelmente para o português por Boris Schnaiderman.

    Memórias do Subsolo é esse livro um pouco difícil de entender no começo. O homem do subsolo é esse personagem meio caricato que se achar melhor que os outros porque se acha um intelectual e porque tem um cargo militar que lhe deveria dar certa credibilidade. Mas, na verdade, o homem do subsolo é esse homem triste e solitário que usa desculpa de ser um homem pobre/doente e que precisa inferiozar outras pessoas para esconder suas próprias frustações e medos que o paralizam a correr atrás dos seus sonhos.

    A primeira parte do livro é como se fosse no futuro, onde acompanha o homem, sem nome mesmo, tendo um grande monólogo do que ele acha certo ou o que acha errado, sobre onde deve existir sentimento quando se pode ser racional, quando 2 + 2 são igual a quatro.
    Será que o homem não ama algo além do bem-estar? Talvez ele também goste de sofrer. Talvez o sofrimento lhe seja um lucro tão vasto quanto o seu bem-estar? Por vezes, o homem é extraordinária e ardentemente apaixonado pelo sofrimento, e isso é um fato.

    A segunda parte é essa que explora algumas das experiências do personagem com outras pessoas, da humilhação que ele sofre e também que ele reproduz, um homem machucado que não sabou se curar e acaba projetando as próprias frutações em outras pessoas – até mesmo na única pessoa que parece realmente o ter amado (pobre Lisa).
    Teria eu sido construído apenas para chegar à conclusão de que toda a minha construção é uma fraude?

    Este é o meu primeiro livro do Dostoevsky e tenho vontade de ler depois de aventurar por mais algumas obras russas, é um livro que acredito que numa segunda ou terceira leitura é ainda mais fácil de capitar/entender o que o personagem está sentindo. Penso em reler esse livro intercalando a primeira e segunda parte, porque acredito que vá misturar essas experiências do passado do homem do subsolo com as suas reflexões vindas dessas experiências.
    Observem-se com mais atenção, senhores, e então compreenderão que é assim mesmo. Inventei aventuras para mim e construí uma vida para ao menos vivê-la de algum modo.

    Tenho vontade de fazer uma releitura deste livro de outras formas: começando pela segunda parte e depois a primeira ou intercalando os capítulos da primeira e segunda parte. Acredito que a mistura entre narrativa de acontecimentos na vida do personagem com os pensamentos filósificos fazem ter uma outra experiência.

    Para complementar a leitura:
    Memórias do Subsolo: Um espelho do nosso pior lado

    Cinco coisas que me fazem feliz

    7 COMENTÁRIOS

    1. Dormir na roupa de cama recém-trocada.
    2. Andar de bicicleta em noites de verão.
    3. Manhãs lentas, tomar um cafézinho acompanhado de uma boa leitura ou conversas profundas.
    4. Adele
    5. Ficar sozinho para recarregar bateria social.

    Por trás do blog (tag)

    4 COMENTÁRIOS
    Essa é uma tag do Entreblogs, sinta-se a vontade de responder e participar dessa comunidade de blogs.


    Quem é você fora do blog?
     Não sei se é o sol em Touro, mas sou extremamente ligado às artes. Principalmente artes: colagens, designs, escrita, dança e por aí vai... E por mais que hoje eu me considere artista, trabalho com algo que não tem nada a ver com isso: análise de dados

    O trabalho em si não foi meu sonho, mas pagava bem e fui ficando, já tem quase dez anos dessa saga e às vezes penso em trocar de área. Só para experimentar outras coisas além do mundo corporativo, mas não vou mentir que o conforto e a garantia de certa estabilidade têm falado muito mais alto. Às vezes penso em ir para a programação, mas ainda estou pensando nisso.

    Amo meu tempo sozinho, até porque meus hobbies geralmente são solitários, porém não me dispenso de jogar uma conversa fora. Gosto muito de teoria da conspiração, teorias de fãs sobre seus ídolos, sobre séries e por aí vai. Às vezes é muito divertido entender como umas pessoas elaboram argumentos tão bem argumentados. 

    Qual é a história por trás do seu blog?
    Começou porque eu queria ganhar livros, não vou mentir, comecei com um blog literário e depois de conseguir parceria com várias editoras, me demiti. Ler livros e resenhar era algo que no começo era muito legal, mas depois de certo ponto passou a ser uma certa obrigação não remunerada e acho que esse foi o motivo de eu ter me ausentado do blog durante muitos meses. Acho que desde 2012 não teve um ano sequer que não postei, alguns anos com apenas quatro postagens, outros com mais de 100. Mas foi só recentemente que senti vontade de reativar esse espaço não mais como um blog, mas como algo numa espécie de jardim-digital-segundo-cérebro-e-coleções-virtuais.

    Isso vem de uma necessidade de escrever, compartilhar ou até mesmo documentar a vida sem a performance ou algoritmos, respeitando a vontade de escrever qualquer coisa e principalmente fazer as coisas no meu tempo. Esse tem se tornado um espaço em que faço umas gracinhas com design, mistura de fotografias borradas e portfólio, onde saem os meus primeiros rascunhos e textos.

    Como funciona seu processo criativo e de escrita? Você tem algum ambiente criativo? 
    Eu tenho tentado criar uma rotina de escrita, mas quase nunca sento mesmo para escrever com calma. Geralmente escrevo as postagens do blog em alguma folguinha durante o expediente de trabalho ou no domingo a noite, minhas postagens semanais quase sempre são escritas nesse dia. 

    Sobre meu processo criativo, tenho tentado consumir menos "inspirações" (leia-se scrollar por horas as redes sociais). Coloco alguma música para me inspirar e vou seguindo. Hora ou outra enquanto passeio com Adele, estou no banho ou até mesmo na academia, me vêm algumas ideias e tento escrever um e-mail para mim mesmo com a ideia, às vezes envio o e-mail direto para a caixa de entrada do blog.

    Estou há alguns meses tentando construir um escritório mais criativo, mas acho que por ser um lugar em que trabalho todos os dias, no momento de lazer eu não quero ficar aqui dentro. Claro que isso são coisas da minha cabeça, mas acho que quando tiver um espaço dedicado para isso, pode ser que seja mais fácil de desligar o cérebro do trabalho / da brincadeira. 

    Um fato aleatório que você considera intrigante. (literalmente, qualquer coisa)
    Coalas são fedorentos. Os bebês coalas, apesar de serem muito fofos, comem cocô da mãe, isso porque contém uma substância especial chamada "papi", essencial porque eles nascem sem as bactérias necessárias no intestino para digerir folhas de eucalipto, que são tóxicas. Ao comer o excremento materno, criam essa resistência.

    Indique um ou mais blogs e compartilhe o que mais gosta neles.
    • Eu gosto muito de ler as peripécias que a Ba Moretti passa, parece que já a conheço há anos e até me refiro a ela como amiga.
    • A Gabriela tem umas postagens muito inusitadas com toques artísticos, acho uma gracinha, uma mistura de desenhos, poemas inacabados e diário. 
    • Tenho mais 47+ blogs que eu recomendo.

    Se você pudesse recomendar apenas uma coisa, o que recomendaria?
    Diminua o seu tempo de tela, a vida longe das telas é muito bonita e real. 

    As paredes como museu

    Nenhum comentário
    Andaças pelo Porto. Referências e inspirações para o futuro. Arte do mundo. Museu aberto.

    As paredes que contam histórias.
    O museu dos artistas sem oportunidade.

    Conheça o blogueiro (tag)

    13 COMENTÁRIOS
    Eu lembro que hora ou outra costumava responder umas perguntas aleatórias que vinham em uma espécie de corrente e interlinks de outros blogs, na época chavamos de memes, selos ou tags. Decidi recuperar um que tinha respondido há muitos anos (2013) e tentar trazer um pouquinho da antiga vibe que a blogosfera tinha. De qualquer forma, muito divertido reler essas respostas porque hoje já não me identifico mais com algumas coisas ou até mesmo consegui realizar um sonho, por exemplo, ir para Londres.

    (Fiz uma alteração nas perguntas para algo que fazia mais sentido)


    Perguntas

    1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog? 
    Esse é basicamente o meu primeiro e único blog, já houve diversas alterações por aqui, desde layouts a intuitos. O blog nasceu (2012) com foco literário, buscava falar sobre minhas leituras atuais, fazer resenhas e falar sobre livros. Hoje o blog persiste num campo mais pessoal, quase como que refúgio, pausa e um lugar para testar coisinhas diferentes. 

    2. Origem do nome do seu blog? Trocaria o nome? Por qual?
    Esse blog já se chamou "Universo em um Click", "Desleituras em Série", "Sete Coisas" e agora com uma mistura de Igor Medeiroz e "Histórico Infame". Não tenho vontade alguma de mudar o nome por enquanto. 

    3. Você tem outros blogs além deste?
    Não, acho que o único lugar em que estou pensando em criar para falar sobre a vida é através de vlogs, mas isso é um novo formato que eu tenho que explorar.

    4. Já pensou em desistir do seu blog alguma vez? 
    Não já pensei, como desisti durante um tempo. Fiquei uns bons anos (entre 2021 e 2025) sem postar quase nada. Acho que faz parte se afastar quando algo não faz sentido e voltar quando fizer sentido. Em 2021 eu falava apenas sobre livros e por mais que eu esteja ainda falando quase em todos os posts sobre livros, esse já não é mais o único assunto. Precisava desse tempo longe.

    5. O que te faz continuar com um blog em tempos de scrolls infinitos?
    Acho que ter um blog está me permitindo escrever, mirabolar, praticar um hobby EM PAZ. Sem necessidade de correria, softporn, dancinha,  performance, like ou tentar me encaixar em alguma trend – que alívio. 

    6. Qual é o seu post favorito no blog?
    Gosto muito dessa resenha porque eu usei ela muitas vezes para me inscrever em programas de parcerias com editoras e muitas delas foram aprovadas. Gosto muito desse texto também. 

    7. Mande uma mensagem para outros blogueiros: 
    Eu gosto muito do que vocês compartilham, por mais que eu nem sempre comente, estou sempre de olho ou lendo. Amo encontrar cada esquina dessa web com blogs cheios de personalidade. Continuem. 

    Rapidinhas sinceras (do momento)

    Uma música: Whim (Hayley Williams)
    Um livro: Mentiras que contamos (Philip Besson)
    Um filme: Left-Handed Girl (2025)
    Um hobby: Colagens 
    Um medo: Não ter tempo para aproveitar as coisas boas.
    Uma mania: Abrir mil abas ao mesmo tempo no Chrome, como agora que tenho mais de 20.
    Um sonho: trabalhar em algo mais criativo
    Não consigo viver sem: dançar, Adele, boas histórias em cafés.
    Tem coleção de alguma coisa?  Cardernos, livros (?), meias.
    Do que mais gosto no meu blog? Automatizações que ando fazendo com chatgpt.
    Gostaria de fazer alguma pergunta aos próximos participantes? Qual seu cheiro favorito no mundo?
    Desejo literário do momento: ler ensaios-autobiografias de Didion, Ernaux e Sontag.

    Blogs para responderem também

    (todo mundo do WOA)


    Perguntas

    1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog?

    2. Origem do nome do seu blog? Trocaria o nome? Por qual?

    3. Você tem outros blogs além deste?

    4. Já pensou em desistir do seu blog alguma vez?

    5. O que te faz continuar com um blog em tempos de scrolls infinitos?

    6. Qual é o seu post favorito no blog?

    7. Mande uma mensagem para os seus seguidores/leitores:


    Rapidinhas (do momento)

    Uma música:
    Um livro:
    Um filme:
    Um hobby:
    Um medo:
    Uma mania:
    Um sonho:
    Não consigo viver sem:
    Tem coleção de alguma coisa?
    Do que mais gosto no meu blog?
    Gostaria de fazer alguma pergunta aos próximos participantes?
    Desejo literário do momento.


    Se responderem, não deixa de vir cá dizer para eu também ler a resposta de vocês e espero que também gostem de responder hehehe.

    2/2 2025

    7 COMENTÁRIOS

     Esse post é continuação do 1/2 2025

    Depois da metade do ano é sempre uma desgraça, não tem diário, planner, calendário, time blocking que resolvam a situação: as coisas tudo atropelando umas às outras. Tentando fazer o tempo render de todas as maneiras possíveis, percebe-se que não é possível fazer tudo o que se quer.

    Corpo

    Algo dentro de mim mudou, comecei a me achar bonito e não falo isso de um lugar de egocentrismo. Talvez eu esteja apenas ficando padrão, mas que mexe com a autoestima, mexe sim. E é bom ter a autoestima em alta, parece que nada vai te vencer, parece que você encontra seu caminho e se sente... confiante (?). Isso tem reflexos em vários aspectos e um deles foi na dança, em que me sinto tão mais confiante ao deslizar pelo chão. Coisa que foi dita não por um, mas por dois professores da academia de dança.

    Comecei a fazer jejum intermitente (e não estou mandando ninguém fazer isso), mas o jejum é algo que realmente funciona para mim e pro meu corpo. Percebo que meu sono é bem melhor quando fico sem comer à noite, sinto que minha ansiedade por comida diminuiu constantemente e vivo com menos fome do que o comum. Não fiz nenhuma mudança muito grande, só passei a ter todas as minhas refeições algumas horas mais cedo. 


    Coração

    Ainda nessa metade do ano me apaixonei duas vezes, daqueles amores que poderiam dar certo se não fosse pela distância. São pessoas por quem acabei criando um carinho muito grande e que, vez ou outra trocamos algumas mensagens, mas você sabe quando vai vingar ou não vai. Em amizades também foi um ano que me mostrou possibilidades, me abri mais para conhecer outras pessoas, falar em outras línguas mesmo, abrir a porta da minha casa e deixar a mesa posta. 

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    Leia também as melhores coisas que me atravessaram em 2025.

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    Na foto:

    1. Adele fazendo 💩, mas simbolizando os milhares de passeios que fizemos esse ano.
    2. Cumpri a meta de ver muitos pores do sol. 
    3. Cozinhei mutias vezes em casa e cozinhei para amigos.
    4. Testei coisas relacionadas a fotografia.
    5. Passeios a noite de bicicleta.
    6. Cafézinhos para falar sobre livros, sobre a vida, sobre nada.
    7. Vários hikes.
    8. Amizades, novas & antigas.
    9. Ver mamãe.
    10. Muitas boas leituras.

    Fora da foto:
    1. Conseguindo aumentar gradualmente os pesos na academia.
    2. Viajei para lugares muito legais;
    3. Vi neve pela primeira vez.
    4. Comprei minha câmera da vida.
    5. Acampei pela primeira vez em Portugal.
    6. Animado em voltar a escrever para o blog e participar do WOA.

    Foi um ano bom. 


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    (RECAP 2025)

    Metas realistas para 2026

    3 COMENTÁRIOS

    Eu tenho uma dificuldade: criar metas (realmente) realistas. Eu sempre coloco 103 coisas na lista como se eu pudesse fazer todas de uma vez, resolvi que em 2026 quero fazer as coisas um pouco mais devagar e curtir um pouco mais do processo, do caminho e não querer resultados instantâneos como em uma transição mirabolante de Instagram.

    Vou separar por tópicos que acho que é muito mais fácil do que apenas ir listando um monte de coisas aleatórias.

    Corpo

    Me considero uma pessoa ativa, mas sinto que chegou o momento de alcançar novos lugares quando o assunto é cuidar do corpo/lar.

    • Conseguir fazer abertura lateral e frontal.
    • Progredir no treino de calistenia e de flexibilidade das costas, com calma.
    • Voltar a correr num passe lento com Adele no parque, esse é sem dúvida uma das coisas que queria ter implementado em 2025, porém não consegui amar a prática de correr como já amei.
    • DESCANSAR. Assim, em letras gritantes porque eu tenho muita dificuldade em descansar e não é apenas sobre dormir 8 horas por noite, mas sim sobre se dar o direito também de ter dias sem fazer muitas coisas - e não sentir culpa por isso.
    • Comer menos doces e sim mais frutas.

    Mente

    Os últimos anos têm sido mais complexos, num bom sentido. Tenho navegado pelo passado e por traumas com a minha terapeuta, quero em 2026 navegar ainda mais nestas pequenas reverberações que ainda me afetam. Acho que vai ser um ano puxado, mas acho que vai me fazer bem, percebo que esse é um retorno para mim e para uma criança que se encontra perdida.

    • Ter mais tempo para fazer coisas que eu goste e já sabemos onde gastamos boa parte das nossas horas restantes do dia.
    • Praticar fazer uma coisa por vez.

    Hobbies por prazer

    • Reservar tempo para descobrir minha voz.
    • Voltar a fotografar e fazer videozinhos.
    • Continuar com escrita à mão. 
    • Ler mais livros físicos e também escrever sobre as minhas leituras como costumava fazer anos atrás.
    • Consumir mais conteúdo em espanhol e começar a praticar de fato.
    • Utilizar a caixa enorme de papelaria que tenho juntado nos últimos quatros anos. 


    Financeiro

    • Deixar de comprar besteiras, isso inclui deixar de ser influenciado por algo que está na moda ou apenas barato (shein).
    • Não comprar roupas durante todo esse ano. Sei que vou falhar, porque sempre que posso entro em um brechó, mas vou tentar me manter fiel a usar apenas coisas que tenho no guarda-roupa sem adquirir nada novo.
    • Não comprar livros novos. Eu já falei antes, tenho 150 livros na estante e li apenas cerca de 10% deles.
    • Vender mais coisas que estão paradas aqui em casa.
    • Focar em menos coisas físicas e mais em experiências.

    Miscelâneas

    • Fazer uma oficina de terrário com amigos.
    • Noite jogos e comidinhas.
    • Viajar sozinho.
    • Publicar meu livro de textos.
    • Tirar certificações em Qlik.
    • Fazer cursos do skillshare antes de vencer a anuidade.


    Tema #008: METAS PARA 2026.
    TEMA #008: METAS PARA 2026.

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