Oi, você deve ter perpebido que o layout mudou. Nos próximos dias algumas alterações aconteceram por aqui, desculpe o transtorno.

Tudo em prol das nossas crianças americanas

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De acordo com os diretores de Interstellar (2014), o motivo de precisarem de buscar um outro planeta para habitar ou até mesmo viver no espaço era por motivos de que por uma praga natural a Terra passa a ser inabitável – e consequente um problema para a espécie humana.

Não me parece menos egocentrico, que outras espécies não são discutidas no filme, como animais ou plantas – dos quais já sabemos que são essenciais para vivermos também, seja por conforto emaional ou por necessidades fisiológicas.

Talvez meus questionamentos venham muito viesados pelo olhar atual de como o mundo está, em como os trilionários congitam essa possibilidade de colonizar um outro planeta ou construir bunkers para próximas gerações, em como já desacreditamos em que o mundo tem alguma salvação e a única salvação é habitar um outro lugar. Colocar a culpa numa “praga natural” é tirar do ombros a responsabilidade de cuidar e proteger o planeta.

Gosto de pensar no que aconteceria caso o plano B, em que foram levados apenas algumas centenas de embriões para o espaço, qual língua eles falariam? Deixariam de falar outras línguas? Seria uma nova nacionalidade ou just americans?

Me cansa um pouco todo o filme ser o Estados Unidos ao salvar o mundo, quando a imagem atual é de que eles não se importam muito com a direção que o mundo está indo, com tantas crises ambientes, extinções e doenças. Esse discurso, vendido durante anos e anos, em que fomos engolindo a força por causa de um filme com cenas muito bonitas, cinematográficas como dizem nos dias de hoje, e uma trilha sonora assinada por Hans Zimmer.

Veja bem, eu não odeio o filme, é um filme muito bonito, emocionante, toda a parte espacial e estudos que devem ter sido feitos são realmente de tirar o chapéu, mas esses incomodos não me deixaram curtir tanto.

Esse post faz parte da seleção mensal da comunidade de blogagem coletiva ENTREBLOGS criada com o intuito de compartilhar nossas perspectivas sobre os mesmos assuntos. Saiba como participar acessando site do projeto.

Memórias do Subsolo, Fiódor Dostoiévski

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Capa do livro
Memórias do Subsolo
Fiódor Dostoiévski
Boris Schnaiderman
Editoa 34
152 páginas
Obra-prima da literatura mundial, esta pequena novela traz, em embrião, vários temas da fase madura de Dostoiévski. Seu protagonista, um funcionário que vive no subsolo de um edifício em São Petersburgo, expõe a sua visão de mundo num discurso explosivo, labiríntico, vertido impecavelmente para o português por Boris Schnaiderman.

Memórias do Subsolo é esse livro um pouco difícil de entender no começo. O homem do subsolo é esse personagem meio caricato que se achar melhor que os outros porque se acha um intelectual e porque tem um cargo militar que lhe deveria dar certa credibilidade. Mas, na verdade, o homem do subsolo é esse homem triste e solitário que usa desculpa de ser um homem pobre/doente e que precisa inferiozar outras pessoas para esconder suas próprias frustações e medos que o paralizam a correr atrás dos seus sonhos.

A primeira parte do livro é como se fosse no futuro, onde acompanha o homem, sem nome mesmo, tendo um grande monólogo do que ele acha certo ou o que acha errado, sobre onde deve existir sentimento quando se pode ser racional, quando 2 + 2 são igual a quatro.
Será que o homem não ama algo além do bem-estar? Talvez ele também goste de sofrer. Talvez o sofrimento lhe seja um lucro tão vasto quanto o seu bem-estar? Por vezes, o homem é extraordinária e ardentemente apaixonado pelo sofrimento, e isso é um fato.

A segunda parte é essa que explora algumas das experiências do personagem com outras pessoas, da humilhação que ele sofre e também que ele reproduz, um homem machucado que não sabou se curar e acaba projetando as próprias frutações em outras pessoas – até mesmo na única pessoa que parece realmente o ter amado (pobre Lisa).
Teria eu sido construído apenas para chegar à conclusão de que toda a minha construção é uma fraude?

Este é o meu primeiro livro do Dostoevsky e tenho vontade de ler depois de aventurar por mais algumas obras russas, é um livro que acredito que numa segunda ou terceira leitura é ainda mais fácil de capitar/entender o que o personagem está sentindo. Penso em reler esse livro intercalando a primeira e segunda parte, porque acredito que vá misturar essas experiências do passado do homem do subsolo com as suas reflexões vindas dessas experiências.
Observem-se com mais atenção, senhores, e então compreenderão que é assim mesmo. Inventei aventuras para mim e construí uma vida para ao menos vivê-la de algum modo.

Tenho vontade de fazer uma releitura deste livro de outras formas: começando pela segunda parte e depois a primeira ou intercalando os capítulos da primeira e segunda parte. Acredito que a mistura entre narrativa de acontecimentos na vida do personagem com os pensamentos filósificos fazem ter uma outra experiência.

Para complementar a leitura:
Memórias do Subsolo: Um espelho do nosso pior lado

Boas-vindas

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Primeiro dia morando no Porto: nublado.

Preciso parar de se fofo

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Um lembrete para mim mesmo para parar de ser trouxa, porque eu sempre deixo as pessoas confortáveis, penso sempre no que é melhor para elas e semore vou com mensagens suaves. Às vezes devia fazer como o Gui, meter o louco.

o excesso de informações gera paralisia.

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Dramas Familiares

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Estou lendo não um, mas dois livros italianos de drama familiar. Também assistindo série de drama familiar. A esse ponto confundindo todas as histórias.

2026: 21

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Acontecimentos

  • Aconteceu! Atingi os 100 posts que tinha me comprometido a fazer no começo do ano. Uma leve roubada porque desde que comecei a escrever os microblogs/status esse número aumentou com uma facilidade.
  • Fui atrá de canais de arte em espanhol, porque aprender ou praticar espanhol foi uma das minhas metas para esse ano.
  • Já cheguei no ponto de empacotamento que é apenas jogar tudo dentro das caixas e o Igor do futuro resolve.
  • Movimentando, com muito custo, o corpo. Mais para a mente não surtar.
  • Estava com uma vontade absurda de comer francesinha e foi o que eu fiz sexta a noite. Recomendo!!1!
  • A lei da nacionalidade mudou em Portugal, três dias antes de eu poder aplicar para cidadania, eu odeio esse país. Agora esperar mais dois anos? Aguentarei? Não sei.
  • Sem muita vontade de socializar ou responder pessoas no whatsapp. Simplesmente sem energia. Mudar de casa/cidade exige muita energia. Isso porque nem contei para 50% das pessoas que eu conheço.

Atualizações no site


Consumindo

Livros

  • Mémórias do Subsolo: terminei, entendi só que o homem do subsolo é um lixo e o quanto podemos estar próximo dele. Li algumas dezenas de foruns de pessoas dizendo que se encontrava nas palavras do personagem, interessante. Quero fazer uma releitura em algum futuro próximo mesclando as duas partes do livro, entre narrativa e pensamentos.
  • Caderno Proíbido: já vinha namorando a possibilidade de começar um livro da Alba a alguns meses, na verdade, até já tinha começado a leitura desse livro no caminho de Lisboa para o Porto; voltei a reler os primeiros capítulos e me sinto completamente fisgado. Um caderno como renúncia de si mesmo, da individualidade e experimentação do mundo.

Filmes & Séries

  • American Fiction (2023): um filme sobre um escritor, que cansado de não ter reconhecimento pelos livros incríveis que escreve, decide então escrever um livro muito ruim. A única coisa que ele não esperava era que esse livro fosse um best-seller. Gostei muito, achei divertido e drama familiar é sempre bem-vindo.
  • Mother Mary (2026): estava esperando por esse filme há um bom tempo, antes mesmo de o álbum de trilha sonora do filme sair. Apesar de o filme ter sido vendido como "terror", nada acontece. Na verdade, muita gente criticando o filme porque ele é muito metafórico e diálogos muito longos. Eu, especialmente, amei, adoro diálogos bem amarrados, ácidos, cheios de emoção. O terror em si apenas uma entrada para abordar sentimentos realmente assustadores: o luto, a falta, o desprezo e amizade. Cinematicamente lindíssimo.
  • Mortal Kombat II (2026): é divertido, mas é engraçado como não conseguem (nunca) desenvolver bons arcos para os personagens nessa franquia, mas adoro.

Músicas

  • BADモード, Hikaru Utada: Meu celular descarregou e eu tinha esse álbum baixado no relógio, coloquei para tocar porque era o que tinha e: me surpreendeu bastante!

VPN

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Trabalho numa empresa que preciso conectar a VPN todos os dias, eu nunca vi um serviço tão ruim, às vezes demoro quase uma hora para conseguir me conectar a uma simples VPN - isso que a aplicação não dizer que minha senha está errada (quando é uma senha salva no próprio app). Já me estressa na primeira hora de trabalho.

Lendo todos os Nobel literários desde que nasci

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Para além da minha lista literária para ler antes de morrer, vinha alimentando a ideia de incluir alguns Nobel da Literatura na minha lista, já até li alguns (Murakami, Earnux, Saramago, Ishiguro...). E como um doido só precisa de outro mais doido ainda, a Lô me veio com a ideia de lermos todos os autores laureados com o prêmio desde que nascemos; vamos ler um a cada dois meses até chegar aos dias de hoje, um projetinho de longo prazo e sem pressão.


Para isso, criei uma página (mas é claro) para acompanhar esse ritmo. Vamos ler em ordem cronológica e o primeiro livro já foi escolhido: vamos começar por Uma Questão Pessoal, do Kenzaburō Ōe.

Lista de todos os autores premiados:

  • 1994*: Kenzaburō Ōe
  • 1995*: Seamus Heaney
  • 1996: Wisława Szymborska
  • 1997: Dario Fo
  • 1998: José Saramago
  • 1999: Günter Grass
  • 2000: Gao Xingjian
  • 2001: V. S. Naipaul
  • 2002: Imre Kertész
  • 2003: J. M. Coetzee
  • 2004: Elfriede Jelinek
  • 2005: Harold Pinter
  • 2006: Orhan Pamuk
  • 2007: Doris Lessing
  • 2008: J. M. G. Le Clézio
  • 2009: Herta Müller
  • 2010: Mario Vargas Llosa
  • 2011: Tomas Tranströmer
  • 2012: Mo Yan
  • 2013: Alice Munro
  • 2014: Patrick Modiano
  • 2015: Svetlana Alexievich
  • 2016: Bob Dylan
  • 2017: Kazuo Ishiguro
  • 2018: Olga Tokarczuk
  • 2019: Peter Handke
  • 2020: Louise Glück
  • 2021: Abdulrazak Gurnah
  • 2022: Annie Ernaux
  • 2023: Jon Fosse
  • 2024: Han Kang
  • 2025: László Krasznahorkai

Já leu algum desses autores? Tem algum livro específico para recomendar? 😍

*Apesar de ter nascido apenas em 1996, quis também ler os dois livros que a Lô vai ler, porque ela é mais velha.

A Star in the Headlights, YOUR ANGEL (2023)

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album cover
  1. STAR
  2. You Never Say Sorry
  3. Edge of the Line
  4. Misbehave
  5. Baby
  6. INTERMISSION
  7. Good Girl
  8. Rose (feat. Brutus VIII)
  9. Tough
  10. Sleep Talk
  11. Honey

2026: 20

2 COMENTÁRIOS

A vida se resume, nos próximos meses, viver com as coisas dentro das caixas. Não sei como acumulei tanta tralha nesses anos todos, que nem são muitos, cinco desde que cheguei em Portugal com apenas uma mala de 24kg. Às vezes eu devia voltar a ser minimalista.

Acontecimentos

  • Essa semana foi uma mistura de encontrar alguma energia para ir a academia e dança, até que consegui, mas bem porcamente. Tentando não me culpar tanto por isso, porque no final do dia realmente não tenho energia alguma.
  • Na sala de alongamento tinha umas meninas e eu perguntei pra elas se eu podia alongar na sala, uma delas disse só não liga para a letra da música, eu dei uma risadinha e soltei um "é porque você não ouviu o que eu coloco nos fones".

Consumindo

Livros

    Não tenho tido tanto tempo de leitura como eu gostaria, estou com uma vontade enorme de começar novos livros. Mas já tenho cinco como leitura corrente. Abstraindo em Mémórias do Subsolo e tem sido uma leitura até que muito boa, cheguei na segunda parte.

Filmes & Séries

  • Good Boys (2019)
  • Mayhem Requiem (2026): Uma apresentação do começo ao fim de Mayhem, o sexto álbum da Lady Gaga. Amei como ela mudou todas as versões das músicas e simplemsente ficaram incríveis, até a música com o Bruno Mars!!!!
  • Desperate Housewives (2004 ~ 2012): simplesmente viciado, coloco para ver enquanto almoço ou no final do dia para descansar. Série perfeita, já não fazem séries tão boas como antes, em?

Músicas

Sobre escrever quase todos os dias

5 COMENTÁRIOS
Durante o mês de abril, me propus a escrever quase todos os dias aqui para o blog; nem todos os dias foram postagens escritas ou muito complexas, mas quase todos os dias parei um pouquinho para escrever ou dedicar ao blog. Escrever quase todos os dias, forçosamente, me mostrou que é possível se dedicar ao menos um pouquinho à criação, colocar as palavras para fora. Mesmo que seja para falar besteiras. Não precisa ser perfeito, só precisa ser feito. Precisa ser fácil.

Me recuso a acreditar que entro nesta rotina maluca em que não sobra tempo para escrever. É sempre aquele eterno, deixa para amanhã, quando estiver menos cansado, sem louça para lavar, com vela ligada e, se possível, uma chuva poética caindo na janela. Um cenário ideal (que não existe).

Gosto de escrever e é por isso que escrevo; é quando paro um pouquinho para ter um tempo só meu, para reorganizar ideias dentro da cabeça, fragmentar pequenas coisas bonitas (ou não) dos meus dias. Escrevo porque eu não conseguiria não escrever; a vida não faz sentido sem.

"escrever é pra ser fácil. é sobre conectar ideias e pessoas, recuperando ‘conectar’, palavra que passou a ser tão negativa. conectar pode ser (se) encontrar." — Luciana Andrade

Escrevo também porque gosto de ser lido, de que se encontrem em minhas palavras, assim como me encontro em tantas outras pessoas que leio.

Mas ainda preciso aprender que escrever não precisa ser bonito, nem dilacerador, nem hit. É apenas uma extensão da minha cabeça aos dedos e à tinta ou aos píxeis. Escrever quase todos os dias me trouxe essa sensação, sem pressão, de que sim há tempo para ter hobbies. 




2026: 19

3 COMENTÁRIOS

Mudar é sempre exaustivo, toda a logística e burocracia, além do esforço físico de ter que arrumar caixas e caixas. Estou saindo de Lisboa e indo para o Porto, uma das mudanças que eu não tinha planejado para esse ano, mas que simplesmente aconteceu. Fico pensando que uma máquina de teletransporte seria incrível.

Ao mesmo tempo foi uma semana que eu assisti muitos filmes, muitos filmes bons (e estou levemente surpreso com isso).


Acontecimentos

  • Cafézinho com L. duas vezes essa semana, porque ele tá indo embora pros EUA e vai ficar lá por uns dois meses e quando ele voltar, eu já me mudei.
  • Essa semana não fui nenhuma vez ao escritório, me sinto tão exausto mentalmente que sem condições de socializar um pouco mais. Espero que entendam. Muitas reuniões, documentos exceis. Faz parte.
  • Meu sábado foi basicamente ficar organizando caixas, consegui empacotar quase todas as roupas não essenciais e sapatos que não vou precisar usar até o final do mês. É apenas quando a gente precisa se mudar que a gente percebe a quantidade de tralha. Quase cinco anos morando na mesma casa, acho que era esperado ter tanta coisa, mas não TANTA coisa.
  • K. tinha planejado fazermos coisinhas no domingo: um delicioso brunch que ele sempre faz, ver filminho e passar a tarde fazendo colagens. E foi o que fizemos. Fazia tanto tempo que eu não recortava e fazia colagens, até que levo jeito para a coisa, devia fazer isso mais vezes (é mais divertido fazer acompanhado).

Atualizações no site

  • Criei uma página de TV, para ficar registrado em lista, todos os filmes que fui assistidos, meio que a página atualiza automaticamente com base nas notas semanais.

Consumindo

Livros

  • Memórias do Subosolo: Preciso ler esse livro de manhã, porque antes de dormir naõ está funcionando.
  • O Ano do Macaco, Patty Smith: comprei por estava em promoção, dei uma folheada, mas já estou interessado em começar.

Filmes & Séries

  • Ready or Not (2026): para exatamente de onde o primeiro termina, vingança feminina, gore levisinho, homem se fud%nd#.
  • The Boys (2019 ~ 2026): essa série, cada vez mais absurda, preciso do próximo episódio ASAP.
  • The Drama (2026): (⚆ᗝ⚆)
  • A Princesa e o Sapo (2009): fofinho, a primeira vez que assisti era tão novinho, foi interessante rever com olhos de adulto.

Músicas

  • The Afterpaty, Lykke Li: estou completamente viciado nesse álbum, só na sexta-feira ouvi 6 vezes.
  • Glasshouse, Jessie Ware: ouvi pela primeira vez ele todo, é bem delicinha. Escutarei mais vezes.
  • Willson, Ashe: por mais que eu tenha várias músicas curtidas da Ashe, acho que eu nunca ouvi um álbum inteiro. Esse, gostei, darei chance aos próximos. Ela escreve de um jeitinho fofo sobre coração quebrado.


PDFs

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Eu odeio PDFs, uma coisa que eu odeio mais é sistemas que não aceitam você anexar mais do que um documento. Isso quer dizer que vou precisar juntar vários PDFs em apenas um, como são dados sensíveis não posso usar nenhum site. Não quero pagar Adobe Reader só para isso. Corta para mim baixando Python e fazendo um comandinho para juntar PDFs, chatice, mas pelo menos se num futuro precisar, já vai estar pronto.

The Afterparty, Lykke Li (2026)

1 Comentário
album cover
  1. Not Gon Cry
  2. Happy Now
  3. Lucky Again
  4. Famous Last Words
  5. Future Fear (Interlude)
  6. So Happy I Could Die
  7. Sick Of Love
  8. Knife In The Heart
  9. Euphoria

Fiquei pensando porque a sueca escolheu colocar esse nome, depois de ouvir o álbum me veio aquela sensação de depois que os efeitos das drogas/álcool, a depressão e o peso da realidade, a ressaca. Fui procurar na internet e a cantora diz numa entrevista,"I get the sense that we are at the afterparty of the world", confirmando então a minha ideia de que o álbum é sim sobre o depois do êxtase, da euforia.

Com Not Gon Cry, na letra, em que ela diz que não vai mais derramar uma lágrima sequer pelo macho, dá para perceber que ela está dizendo isso para si mesma enquanto chora e ela tenta disfarçar dizendo que é a chuva, gosto dessa música porque ela me traz esse sentimento de um relacionamento quase superado, mas que ainda restam resquicícios. Mas quase totalmente limpa.

(Depois venho escrever o resto)

2026: 18

6 COMENTÁRIOS
Escrever essas notas semanais me faz perceber o quanto o ano está passando rápido, esses dias estava refletindo por que não conseguimos sentir mais os dias longos. Falei sobre isso com K, que se talvez acordássemos com o sol os dias talvez fossem mais longos e teríamos mais tempo de sobra (claro, se dormíssemos mais cedo também).

Nessas últimas semanas eu tenho trabalhado no máximo 4 vezes por semana e tem sido tão bom, menos tempo de trabalho e mais tempo para fazer minhas coisas. Juro que não consigo entender como existem pessoas workaholic. Existem tantas coisas para se fazer e explorar. Tenho uma infinidade de hobbies que, se eu pudesse, não trabalharia nunca só para poder ficar fazendo minhas besteirinhas.


Acontecimentos

  • Cineminha com amigos. 
  • De quinta para sexta fui a uma festa com K e amigos; apesar de morrendo de sono, com os incentivos certos (ou errados), consegui ficar até as 07h da manhã.
  • Por que existem mil tipos de revestimento, tintas, rodapés? Mas que inferno, queria ter dinheiro.
  • Morrendo de sono quase sempre.

Consumindo

Livros
  • Memórias do Subsolo: li apenas três capítulos, entendendo bulhufas. 
  • A Dash of Salt and Pepper: chegando a quase 100 páginas e achando o personagem principal super chato, sabe quando você tem aquela conversa com alguém que não cala a matraca e só sabe falar de si mesmo? 
  • Os Abismos: quero muito saber onde essa história vai dar

Músicas
  • Victory Garden (2026): uma das minhas bandas favoritas acabou de lançar esse álbum, já tenho algumas músicas que amei, mas preciso escutar mais vezes.

Filmes e séries
  • O Diabo Veste Prada 2 (2026): gostei da parte que fala sobre os jornalistas, sei que não é o foco do filme, acho que não amei muito, achei super extenso e muitas coisas acontecendo, não tão leve quanto o primeiro, mas ainda assim divertido.
  • Reflexões de um Liquidificador (2010): coloquei para assistir no domingo, finalzinho de tarde, vai que tirava um cochilinho, é engraçado: ver o liquidificador contando a história de um casal de idosos ~muitas coisas acontecem aqui hahaha e não consegui tirar minha sonequinha!!!!
  • Forbidden Fruits (2026): engraçadinho, entendi nada, termina com umas cenas super gores. Uma mistura de Mean Girls com The Craft.
  • Pretty Lethal (2026): eu tinha visto o trailer desse filme e fiquei na hora com vontade, adorei e dei muitas risadas: bailarinas sendo rapitadas por uma gangue de russos e elas vão ter que dançar pra se salvar. Divertido, mas com cenas gore.
  • Frieren ~ Beyond Journey's End (2023): já estava enrolando a algum tempo, mas agora deu certo, comecei.
 
///////// @igormedeiroz