Resenha: "72 horas para morrer" de Ricardo Ragazzo

10 de jun. de 2013
Dentre melhores os suspenses que li 72 horas para morrer está entre um deles. Com uma abordagem diferente sobre assassinatos. Ficou entre os melhores por causa de inteligencia e a crueldade de um Serial Killer, em meio ao mistério de quem poderia fazer tais atos, o autor prende o leitor do começo ao fim, ficando  os olhos do leitor de capitulo à capitulo. Não digo que é um livro gostoso (por causa do sofrimento), mas se torna um livro empolgante que deixa aquele velho ar de "quero mais" ou "quem matou quem, vou acabar hoje". 

Julio, delegado de uma pequena cidade. Torna-se alvo de um serial killer (ou killers?) que não quer nada mais do que vingança, ou será que ele quer algo a mais?  Qual é a forma de fazer uma pessoa sofrer sem ser morta? Pense. O que aconteceria se as pessoas que você ama fossem "deletadas" de universo de um à um, pouco à pouco? Reformulando, além de sua vida terá de salva a vida das suas pessoas queridas. Será que ele conseguirá? A cada avanço das páginas o autor das mortes, parece saber a vida do delegado detalhadamente. Mas o que ela fará sendo que é ele que está no meio dessa encruzilhada? Como vencer uma pessoa que sabe tudo sobre você? 

O autor demonstrou-se capaz como grandes autores, em seu primeiro livro. É possível sim, ter livros de qualidade nacionais, além desde com certeza existe vários outros. Tendo uma premissa envolvente e impressionante. Com intensão de surpreender o leitor ao mesmo tempo em que o protagonista da história.

"Uma sensação contraditória de querer saber o que realmente havia acontecido e o medo da resposta." Página 22

O final criado pelo autor, surpreendeu bastante. Completamente inesperado. Considerado um desfecho clinicamente intrigante. Recomodadíssimo para todos que gostam de livros cheios de ação, rápidos e com muito suspense. 
 
a vida dentro | © 2012 – 2020